O futuro, o emprego e nossos filhos

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Embora seja mais comum enxergarmos, nos momentos de crises, somente o presente, para quem é pai a preocupação com os filhos é constante, aqui e no futuro.

E estamos assistindo, a cada dia, mais e mais notícias sobre como o futuro está se aproximando do nosso presente. Coisas que víamos somente em filmes de ficção já são realidade - tricorder do Sr. Spock (Star Trek), a video conferência, o piloto automático dos carros, depois o carro autônomo, agora o carro voador dos Jetsons, e a inteligência artificial, e os robôs assumindo mais funções...

E aí vem os questionamentos naturais sobre o nível de emprego para eles, e se, além disso, se encontrarão a felicidade, se estarão se sentindo completos, preocupações deste tipo.

Recebi outro dia no linkedin algumas recomendações de artigos e esses dois, do André Camargo e do Murilo Leal, tratam, de certa forma, sobre o assunto.

Mas no que acredito atualmente é que esses nossos jovens digitais procuram com uma vontade muito maior que a nossa, de uma outra geração, o famoso propósito. Eles são (tirando a parte que sabem tudo e nós sabemos nada) muito questionadores sobre o que fazem e por qual motivo estão ou têm de fazer, realmente um pouco diferentes de nós.

Confesso que já classifiquei a postura desses jovens como pura falta de compromisso; mas eu estava sendo simplista; o buraco é bem mais embaixo.

Com todas as facilidades do mundo moderno e da tecnologia em suas mãos (outro dia li que uma criança de 4 anos de hoje tem mais informações que Alexandre, o Grande, criador de um dos maiores impérios do mundo antigo), esses jovens tem muita informação e procuram significados no que fazem, e querem ser significativos em sua história, tais quais os que trabalham na Apple e querem participar das mudanças no mundo.

Acredito, assim, que a contrapartida que podemos/devemos oferecer a esses sonhos e desejos seja o desafio; isso mesmo, é desafiá-los todo o tempo: a ser cada vez melhores, a conquistar cada vez mais, a participar de algo grande, a contribuir para um bem maior.

É, não é nada fácil... Mas a bola (ou batata quente) está conosco de novo, e assim, saiamos de nossa zona de conforto e enfrentemos mais esse desafio de pensar como iremos oferecer um futuro melhor aos nossos filhos.

Bons pensamentos.

Forte abraço,

Steiner Frazão

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